Meios e Mídias · Paradigmas e comportamentos

Por que só me resta protestar…

Durante anos eu cantei a pedra. Fui acusada de ranço intelectualóide e paternalismo. Ok. Em nome da diversidade eu deixei passar. Quando aconteceu eu fiquei quieta um tempo, processando… Me dei ao trabalho de ver o vídeo. Ler diversos textos. E aí comecei a soltar o verbo.

E o fiz porque qualquer interpretação (e infelizmente até o óbvio é passível de interpretações conflitantes) é tão abjeta, tão impossível de defesa, que só me resta o protesto. Vazio. Inconsenquente. Com o único objetivo de desopilar meu fígado e justificar meu desprezo generalizado pela tal da raça humana.

Não vou detalhar o contexto… todo mundo sabe. Todo mundo foi bombardeado por isso zilhões de vezes nas redes sociais, mesmo os que como eu, se recusavam peremptoriamente a tomar ciência de mais uma edição da encubadora de mediocridade e degradação humana, o tal do BBB. E algo rolou sob os edredons, prática já famosa nessa porcaria de programa… mas dessa vez entre uma dona desacordada ou no mínimo muito próximo disso e um sujeito que já tinha levado um não dessa mesma dona. Eu realmente não sei na língua e no mundo de vocês, mas no meu dicionário isso é estupro. Continue lendo “Por que só me resta protestar…”

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True Blood e nossa tara por sexo, violência e sangue

True Blood

O (único) problema de True Blood é que a série vicia. A série tem esse comportamento de traficante, de dar um pouquinho, que é muito, e te deixar com vontade de mais. Dois episódios da terceira temporada e eu já estou aqui, babando, em crise de abstinência e resistindo bravamente à tentação de baixar os episódios que já foram ao ar lá fora. E se ainda não o fiz é porque sei que isso me deixaria babando e em crise de abstinência no próximo domingo, and so on. Continue lendo “True Blood e nossa tara por sexo, violência e sangue”