Meios e Mídias

Fringe, e a síndrome do pé na jaca

Fim da temporada passada (a segunda) eu vim aqui me lamuriar do final clichê de Fringe. Como eu falei na época, não acreditava que seria o suficiente para me desiludir e fazer desistir da melhor série de Ficção Científica/Fringe Science, anos luz (quase que literalmente) à frente de sua fonte primária de inspiração, Arquivos X, mas foi decepcionante. Como sempre, vale um grande SPOILER ALERT pra quem ainda não viu o fim da terceira temporada, ok?

Naquele post, defini Fringe como o Arquivo X dessa geração. É mais hi tech, é mais engajado e enquanto série, possui uma coerência interna maior que Arquivo X, assim como mais constância, em suma, uma série meta-sci-fi clássica. Continue lendo “Fringe, e a síndrome do pé na jaca”

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De olho na Season Finale: Fringe

Em primeiro lugar, eu estou gostando de fazer a cobertura dos finais de temporada. Não sei se vai se tornar um hábito, mas até o momento, tem me divertido.

Em segundo lugar, não sei ainda o que isso diz sobre a minha pessoa, porque fatalmente diz alguma coisa, mas DETESTEI o final de Fringe. E quando digo detestei, é algo visceral, orgânico mesmo, a ponto de me fazer pensar seriamente se vou assistir a próxima temporada…

Para esse post vale um SPOILER ALERT de acordo! Diferente dos demais que não é bom ser lido por quem não viu o episódio porque falo minhas impressões e isso pode atrapalhar algumas surpresas, nesse eu vou soltar o verbo. Então se não viu Fringe e pretende assistir, obrigada pela visita mas volte depois de ter assistido… Continue lendo “De olho na Season Finale: Fringe”

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Lost Without Lost

Somos os orfãos de LOST. Com o fim da saga de 6 anos perdidos em uma ilha, com todas as metáforas, algumas escancaradas e outras nem tanto, que estar perdido em uma ilha carregava, acabou-se uma era na televisão mundial, algo que se compara, eu acho, ao fim de Arquivo X (com o detalhe de quando arquivo X acabou, ele já tinha acabado há muito tempo, se arrastando moribundo em nossa televisão… Já Lost acabou quando devia acabar, por mais triste que admitir isso seja!).

Eu confesso que assisto muita TV. Com a possibilidade de baixar episódios online e com o recurso de gravá-los na minha TV, qualquer coisa que me prenda minimamente a atenção, merece espaço em um dos meus HDs (o do computador ou o da TV).Mas confesso também que agora tudo tem um gosto meio amargo, ou insosso: não é LOST. Continue lendo “Lost Without Lost”