Meios e Mídias

Fringe, e a síndrome do pé na jaca

Fim da temporada passada (a segunda) eu vim aqui me lamuriar do final clichê de Fringe. Como eu falei na época, não acreditava que seria o suficiente para me desiludir e fazer desistir da melhor série de Ficção Científica/Fringe Science, anos luz (quase que literalmente) à frente de sua fonte primária de inspiração, Arquivos X, mas foi decepcionante. Como sempre, vale um grande SPOILER ALERT pra quem ainda não viu o fim da terceira temporada, ok?

Naquele post, defini Fringe como o Arquivo X dessa geração. É mais hi tech, é mais engajado e enquanto série, possui uma coerência interna maior que Arquivo X, assim como mais constância, em suma, uma série meta-sci-fi clássica. Continue lendo “Fringe, e a síndrome do pé na jaca”

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Meios e Mídias · Paradigmas e comportamentos

True Blood e nossa tara por sexo, violência e sangue

True Blood

O (único) problema de True Blood é que a série vicia. A série tem esse comportamento de traficante, de dar um pouquinho, que é muito, e te deixar com vontade de mais. Dois episódios da terceira temporada e eu já estou aqui, babando, em crise de abstinência e resistindo bravamente à tentação de baixar os episódios que já foram ao ar lá fora. E se ainda não o fiz é porque sei que isso me deixaria babando e em crise de abstinência no próximo domingo, and so on. Continue lendo “True Blood e nossa tara por sexo, violência e sangue”

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A season finale de House

Help me. O título do episódio é uma frase que poderia ser dita por qualquer um no episódio, e é um mote recorrente em House. Help me. Nas entrelinhas, eu leio esse pedido desde o começo da série, e por isso, ao contrário de uns e outros, a 6a temporada, que admito não ter sido nem de longe a melhor, também não me soou a desastre e desgaste da fórmula. Apenas o prosseguimento natural de uma linha que começou 6 anos atrás.

Que linha? Que fórmula? Ok, falemos de House. A série tem como temática central procedimentos médicos. Em teoria, a mesma linha de ER, Grey’s anatomy, Mercy e tantas outras séries que já vieram e foram na telinha. Mas House é, e sempre foi, totalmente diferente. Fora dos padrões convencionais de séries com essa temática, House aposta na angústia e no drama pessoal, (quase nada) não só dos pacientes, mas (em especial) também do personagem título, Gregory House. Continue lendo “A season finale de House”

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Esperando pela Mid-Season

Dia 27 de Junho começa a minha mid-season, com a estréia da 3a temporada de True Blood na HBO. No geral, parece que vai ser uma mid-season bem característica, com poucas séries e algumas que de fato não são mid-season (é o caso de TB…). Essa é de longe a pior época do ano pros viciados em séries…

True Blood
True Blood - junho na HBO

A terceira temporada de uma das melhores séries de vampiro (ainda perde para Forever Knight, eu acho. Em alguns aspectos, não todos!), trás vários personagens novos e promete muitas surpresas. A gente fica sempre com medo deles errarem a mão e meterem o pé na famosa jaca. Mas eu dou meu voto de confiança: já na segunda temporada eles adicionaram muitos personagens, shapeshifting e outros seres bizarros e ainda assim não erraram no tempero. É esperar pra ver. Bom, porque eu já estava em #billstinência! Continue lendo “Esperando pela Mid-Season”

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De olho na Season Finale: V

Atrasado como sempre, mas essa vez só alguns dias pros padrões brasileiros, já que por aqui V terminou na última terça feira. Ontem, aproveitando o resfriado que me derrubou, fiquei deitada boa parte da tarde  colocando meus programas de TV em dia, e inclusive vendo os 3 episódios que me faltavam assistir pro fim da temporada de V.


Como sempre, rola um spoiler ou outro, e de novo como sempre, alguém ainda pode estar pretendendo assistir, então… O esquema é o mesmo: um pouco sobre a série em si e as minhas considerações sobre o último episódio.
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De olho na Season Finale: O Mentalista

o mentalista
Simon Baker é O Mentalista

Atrasada pra dedéu, eu sei. Mas o que posso dizer? A segunda temporada de O Mentalista usou e abusou dos fillers, e apesar de gostar da premissa da série,  e já que eu podia gravar pra posteridade, acabei priorizando outras coisas. Nem tudo é culpa da temporada em si: algumas séries só eu assisto, então gravo e tento ver logo pra apagar e abrir espaço. Outras tem um público maior aqui em casa (embora o Matheus já tenha anunciado: se não tiver o Red Jonh, pode apagar!) e é difícil que todos estejam disponíveis para assistir ao mesmo tempo, então priorizo o que é só meu ou já foi visto pelos demais… 🙂  Mas a quem estou enganando? A temporada pouco emocionante e lotada de episódio enche lingüiça (com trema, please!) leva a maior parte da culpa pela demora em assistir!

De qualquer forma, nos últimos dias resolvi fazer a maratona O Mentalista e terminar a temporada. Os últimos dois assisti ontem, então senta que lá vem apresentação da série e  Spoiler. Continue lendo “De olho na Season Finale: O Mentalista”

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De olho na Season Finale: Supernatural

Viu? Não era tão difícil usar o óbvio e ainda deixar margem para a surpresa.  Resolver a situação conflitante e ainda deixar ganchos para a temporada seguinte. Prender a sua atenção e não enfiar o pé na jaca só pela tentação de usar uma idéia (óbvia) que eles acharam que ia ser genial (e nem era). Supernatural termina EXATAMENTE como deveria terminar. Talvez devesse ter terminado MESMO, mas aí é outra discussão.

Deixamos aqui o SPOILER ALERT pros desavisados. Se ainda não tiver assistido o episódio 5×22 Swan Song, volte quando tiver visto…

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