Meios e Mídias · Pensamentos Aleatórios

Comentários rápidos e aleatórios sobre minhas fotografias

1 – Continuo sem noção de qualidade. Elas funcionam muito mais como lente mágica pra ver o mundo e um contar de uma história, ou seja, é mais sobre significado que sobre fotografia em si. O único feedback mais técnico que recebo é do Paulo , mas ele sempre foi too kind to be true. 😛

2 – Segundo minha irmã, é possivel notar uma mudança de olhar das primeiras pras últimas. Mas sabe lá o que isso significa.

3 – Não sei se estou perdendo o jeito, ou ficando mais exigente. Antes, de cada lote, eu aproveitava a maioria. Agora eu descarto a maioria.

4 – Por outro lado, nao sei se estou ficando melhor ou mais deslexada (ou confiante). Cada vez mais a quantidade de filtros de efeito vão diminuindo. E já começam a aparecer fotos onde mesmo filtros de correção são só de leve…  Já teve foto que tudo que eu fiz foi colocar borda. Em compensação, estou abusando do crop e de correção de lente em relação ao horizonte.

5 – Babando por uma câmera semi-profissional. A máe tá baleadinha, então fica chato de vender… alguém quer comprar um filho? Aceito troca por uma Kodak EasyShare Z900…  (JUST KIDDING! OR NOT! )

6 – Se alguém quiser dar uma olhadinha, as fotos moram em THROUGH MY OLD SOUL.

Anúncios
Meios e Mídias

Alguns pensamentos aleatórios sobre Fotografia (com direito “A Foto”, ainda inédita)

Eu agora cismei de fotografar tudo. TUDO. Ando com a câmera do celular praticamente o tempo todo ligada e por um ‘dá-cá-aquela-palha’ eu tiro uma foto. E já são quase um milhar de fotos. No site (Through My Old Soul) que criei pra elas, já tem quase 2 centenas das que selecionei e editei. E todo dia subo mais umas 10 ou 15 por vez. Acho, mas só acho, que tem haver com uma certa necessidade de resgatar o idílico do cotidiano, uma poesia que se perdeu em algum lugar… Uma obrigatoriedade de me convencer que o mundo, afinal, é bonito. É lotado de gente, e ranço, e imbecilidade, e podridão, e tédio, e cansaço, e tanta coisa que seria preferível nunca ter visto, mas quando se olha além, no apesar de, no contudo, ele é lindo. Triste às vezes, mas lindo. Continue lendo “Alguns pensamentos aleatórios sobre Fotografia (com direito “A Foto”, ainda inédita)”

Meios e Mídias · Reminiscências

A Arte e Eu (parte III)

No Multiply eu achei muita coisa que eu já tinha me esquecido que fiz um dia. Como lá está tudo separadinho por álbuns, vou tentar manter a mesma lógica por aqui. Algumas images são reprodução de outras que já postei por aqui (então ficaram de fora) e algumas galerias possuem muitas imagens (selecionei só as mais significativas).

Série Volátil e Diafano (fotografias) – um ensaio sobre a efemeridade (1 imagem fora da seleção)

Volátil e Diafano - 2004 - Fotografia Volátil e Diafano - 2004 - fotografia Volátil e Diafano - 2004 - Fotografia

Volátil e Diafano - 2004 - Fotografia Volátil e Diafano - 2004 - Fotografia Volátil e Diafano - 2004 - Fotografia Continue lendo “A Arte e Eu (parte III)”

Meios e Mídias · Paradigmas e comportamentos · Reminiscências

A arte e eu (meus arremedos de produção) parte I

 

me, by me.
me, by me.

 

Quando eu tinha uns 16 ou 17 anos, eu desenhava. Cópias, na verdade, porque nunca fui capaz de desenhar de cabeça. Mas quando eu copiava eu colocava algo da minha impressão pessoal, e a cópia não era igual ao original, num bom sentido… Depois eu perdia a prática e mal consigo desenhar bonecos de palitinho.

Nos primeiros anos desse século (LOL, isso é muito engraçado de se dizer) eu fazia uma brincadeiras em arte digital. Mais especificamente arte 3D, manipulação de fotografia e vetor. Depois perdi a prática, o tempo, a paciência. Cheguei a arriscar outras coisas, como modelismo (tenho um castelo medieval na varanda pra provar que não é balela!) e até as artes manuais mais simplórias, como o básico tricot… mas também ficou de lado, e nas agulhas me limito a intermináveis colchas de retalho de tricot, que não exigem pensar muito e me distraem. Teve um episódio de tapeçaria na minha infância, e cheguei a ser muito boa em ponto cruz quando estava esperando meu filho mais velho. Todo o enxoval dele tinha bichinhos bordados feitos por mim, acredite quem quiser. Continue lendo “A arte e eu (meus arremedos de produção) parte I”