Meios e Mídias · Paradigmas e comportamentos

Meu nome é Khan, e eu não sou um terrorista

Não sou fã do cinema Bollywood. Por isso por muito pouco o filme não me escapa. Agradeço a minha inabilidade a lidar com minha recém adquirida SkyHD e ter apertado o botão errado no controle remoto. Era começo da madrugada e assisti um trecho, justamente quando Khan conhece Mandira. Ele era tão pueril, doce, que fiquei uns instantes assistindo. Em dado momento ele dá um piti com um casaco amarelo da Mandira e me lembrei de uma amiga. Fiquei curiosa de ver como o filme ia se desenrolar, e o gravei para assistir mais tarde. Fico muito feliz que eu tenha feito isso.

Contém alguns spoilers. Não o suficiente, eu acho, para estragar o filme, mas é sempre bom avisar…

Continue lendo “Meu nome é Khan, e eu não sou um terrorista”

Anúncios
Meios e Mídias

A season finale de House

Help me. O título do episódio é uma frase que poderia ser dita por qualquer um no episódio, e é um mote recorrente em House. Help me. Nas entrelinhas, eu leio esse pedido desde o começo da série, e por isso, ao contrário de uns e outros, a 6a temporada, que admito não ter sido nem de longe a melhor, também não me soou a desastre e desgaste da fórmula. Apenas o prosseguimento natural de uma linha que começou 6 anos atrás.

Que linha? Que fórmula? Ok, falemos de House. A série tem como temática central procedimentos médicos. Em teoria, a mesma linha de ER, Grey’s anatomy, Mercy e tantas outras séries que já vieram e foram na telinha. Mas House é, e sempre foi, totalmente diferente. Fora dos padrões convencionais de séries com essa temática, House aposta na angústia e no drama pessoal, (quase nada) não só dos pacientes, mas (em especial) também do personagem título, Gregory House. Continue lendo “A season finale de House”