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Sobre as propriedades infinitas do amor.

Não estou tendo um bom dia. Não importa muito a razão, mas apenas que não estou tendo um dia bom. E é um daqueles dias em que você está tambem tendo uma incrível dificuldade de dividir isso, querendo conter tudo dentro, torcendo muito pra não incomodar. Imaginando maneiras de ficar invisível pelas próximas horas ou dias se possivel for… Pensando seriamente se é possivel passar o dia dentro do baú da sua cama baú. Enfim… 
Ai eu vim pra casa e continuei assistindo Em Terapia, que em 2007 não vi sabe-se lá porque. S02 EP22 April 5a semana.
E ai de súbito os diálogos, tão próximos de mim, me lembraram uma conversa.
Atravessava-se uma avenida. Eu disse obrigada. desculpa. te devo mais essa. não sei como te pagar. Ou qualquer dessas coisas completamente inuteis. A resposta veio de bate pronto, que parafraseando pq muitos anos e o alemão que me ronda me impedem de quotar exatamente…
“impressionante como você trata o amor como commodities, liberalista do amor: eu te devo, você me deve, a gente se paga, uma hora acaba. É amor, Adriana. Ninguém deve nada. Não acaba. Mas se fizer questão pode pagar em cerveja”.

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