Crônicas do Cotidiano

Sobre leite, dedos verdes e minhas mesquinharias.

Então, textão. É crônica do cotidiano mas tem muito texto, o que configura em textão. Esquece, vai pro blog… é muito textão.
A filha jovem adulta tem médico e te intima a ir junto. Ela tem as mais variadas queixas de saúde, então ir num clínico é sempre um ÓTIMO primeiro passo.
Chegamos dentro do horário e somos atendidas rapidamente. Ontem, voltando de uma ida ao bar próximo, a filha foi assaltada. Graças aos bons ventos, não aconteceu nada, apenas levaram a bolsa preta amada que partilhávamos (update: descobri que não foi a bolsa preta. UHU, oba!!!!), a chave de casa (essas fechaduras tão precisando de descarrego), o fone de ouvido e a identidade. O celular, junto ao corpo, ficou. E o susto. Esse também ficou. O mundo é mal e não tem lugar seguro. Ela estava em grupo, poucos quarteirões de casa. Fazer o que? Torcer pra ser sempre só um susto. Mas fato é que ela estava sem identidade.

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