Paradigmas e comportamentos

Imagem do eu e questões de gênero

Só mantendo em um posts mais permanente um questionamento ao ler Muito Além do Nosso Eu, de Miguel Nicolelis…

Esse negócio de pensar dá muito trabalho. Acho que vou largar meu livro de neurociência e ir ler uma Caras ou algo ainda mais raso (tem?).
Amiguinha Aliny não aplacou minha angustia intelectual, então partilhando aqui meus achados…

Nossa imagem de eu é uma construção mental, mero subproduto de atividade elétrica, de um cérebro que está constantemente criando modelos e testando-os na realidade. Dessa forma, a raquete de um tenista é extensão de seu braço assim como o celular é extensão da minha mão, e todo amor é extensão de nós mesmos.
Assim, perder um braço, a possibilidade de usar a raquete ou o amor, é sempre experiência de perda e dor real, desconstrução do eu, necessidade de reformulação da rede neural…  Continue lendo “Imagem do eu e questões de gênero”

Paradigmas e comportamentos

Meus R$0,20. Simbólicos e infelizmente também literais.

Senhoras, senhores, respeitável público não pagante.

Tenho protelado em manifestar minha opinião, porque ela corre o risco de ser tomada de forma leviana, e porque ela, em via de regra, pouco importa.

Tenho lido, ponderado, ouvido… Aqui em casa arrisquei confessar não ter mais fé irrestrita no poder do protesto per si, e levei indireta no fb… Ia deixar por menos, ciente de que minha opinião, no cômputo geral, é de fato irrelevante, mas cá estou eu, preocupada com um dos meninos no Maracanã e me sentindo aviltada que eles não tenham o espaço do protesto, respeitado.

No que minha opinião for relevante, gastei muita sola de sapato na Rio Branco nessa minha vida. Estive politicamente engajada muito antes de der idade de votar. Chorei copiosamente porque não me deixaram ir em passeata das “Diretas Já” mas estive no Riocentro no famigerado show da bomba… Fui para Brasília em caravana na época da Constituinte e tive minha cota de rua ocupada e palavras de ordem. Continue lendo “Meus R$0,20. Simbólicos e infelizmente também literais.”