Crônicas do Cotidiano · Paradigmas e comportamentos · Pensamentos Aleatórios

Muito prazer, sou Imperfeita e Incompleta.

Tem sido intenso. Ligeiramente insano. Definitivamente desgastante. Curiosamente satisfatório… Tem sido. Ser é um atributo suficiente.
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Pensamentos Aleatórios

Do que são feitas as memórias…

Outro dia eu estava no almoço e soltei um desses comentários linkados a comentários do passadio de importância inexistente e para sempre soterrado nas memórias dos mortais.
Seguiu-se um segundo de silêncio.
– Nossa – disse o amigo finalmente localizando o input correto – você esta remoendo isso e buscando uma resposta desde então?
Sim, mas só que não. Ou seria não mas só que sim?
Veja bem, eu não lembro de nomes, ou sequer de rostos de maneira especifica ou sistemática. Não sou depósito de cultura inútil, ou útil no aqui nos compete.  Não sou dessas que parecem fazer registros detalhados da memória recente ou precisos dá memória pregressa. Não sou capaz de dispensar uma agenda e meu palácio das memórias é um prédio tombado mas sob risco de iminente demolição… Entretanto, do apanhado das minhas memórias que oscilam entre emocionais e filosóficas, há uma grande sopa primordial onde tudo que aparentemente foi esquecido boia em novo amálgama, nova composição, e de onde velhas frases permanecem inteiras, e despontam aparentemente do nada em meio a conversas randômicas.
As vezes é nada. Substrato de nada. Palavras soltas. Piadas ruins. E lá no fundo dá alma, as idéias ficam ricocheteando, procurando contexto, brigando para fazerem sentido.
As vezes, com o intervalo de dias, as vezes de décadas, eventos desprovidos de importância, ou entendidos de outra forma, aparecem novamente na superfície dá memória, em espantosa lucidez e propriedade, capazes de dar sentido ao caos, e gerenciar a entropia…
Eu não lembro o que almocei ontem, nem o nome dá professora preferida na infância. Mas lembro dá sensação de ver uma foto que registrou um momento importante, a exata frase que me deixou sem resposta, a música que tocava em dado momento.
Minha memória é toda feita de símbolos. E se corretamente acionados seriam capazes de trazer a tona tudo que foi supostamente esquecido.
Diz isso certa vez, sob supervisão de adulto quase responsável… E depois tudo voltou a ser parte da.sopa primordial pontilhada de palavras, pequenas cenas, piadas internas, cheiros e sons. E eu voltei a parecer o ser mais desmemoriado só mundo…
Sô parecer. Sob o véu, sob a bruma, tudo o que há são justamente memórias.

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Deadlands, que nem água no deserto, tem mas tá em falta.

Quase uma vida depois, as onffs do dia primeiro… A vida anda o puro faroeste caboclo em terras áridas, a real. A em jogo é outra conversa.  Já nem sei se os envolvidos lembrarão os contextos das piadas, eu definitivamente não lembro.   Mas é o o que deu. Hoje ou nunca. Então, hoje.

– Vovô tem braço! Vovô tem braço!!!!!!

– Aposto o Smelly Pitty que o vovô vai ficar eunuco…
– Quem ganhar ganha o que?
– Sei lá… não pensamos ainda.
– Quer patrocínio? 3 vagas para transplante de fígado lá no Hospital de Bonsucesso…

– Cadê o membro perdido do vovô garoto?

– Quer fechar de novo?
– Tudo bem, eu fecho com a outra mão.

– Vovô transformista.

– Graças a deus eu não sou mais novinha…

– Eu ganho alguma coisa quando pratico isso?
– Claro. Antipatia alheia.

– Agora sim. A explicação bioquímica que faltava!!!

– Só não pode ser histérica, nova, mulher, viciada, coelho, cachorro…

– Tô com um problema com o meu cachorro…
– Traz aí que eu mato pra ti!

– Eu como camarão porque gosto de camarão. Tô pouco me fudendo se o camarão gosta de mim.

– Não estou por aqui para fazer amigo, estou aqui para fazer dinheiro!

– Legend… wait for it… ary!

– Até porque eu estou na frente, gatinha… observando a retaguarda!

– Eu acho que as mulheres SEMPRE devem ir na frente.  Tipo, SEMPRE.

– Ela vira a esquerda. Alguém segue a Rebecca?
– Eu sigo a Rebecca,  mas em uma distância segura para assistir o filme de terror que vai rolar…

– Conte comigo. Estou cheio de disposição. Tenho até um membro novo!

– E aí profile?  Tudo bom com você?

– Profile Mudman… Profile Mudman!! Profile Mudman… Profile Mudman!!

– Isso tá muito pouco soterrado para um soterramento…

– Gastei minha ficha azul. O jogador acaba de ter uma diarreia e ficou em casa…

– Ah… porque não usou o chicote para ser coleira do bichinho… ia aumentar o fear da região!

– Acho que vi um desses outro dia…
– Na vida real?  Onde?
– Na tijuca.
– Faz sentido…

– Vovô já vai até de fralda pra uma porra dessas…

– É que o Smelly é mais assustador que um cachorro crocodilo!!

– Queima ele jesus!!!!

– Esse é parceiro! Quando não está matando coleguinha está ajudando a matar!

– Fica parado aí.
– paraparaparapapa!
– é uma mistura de um lobo, um jacaré e um saco de vidro quebrado…

– Oh céus.. esse é o bad dog. Ainda tem tem o really bad dog!

– Filhote de cruz credo…  ou não, não sei exatamente qual o tamanho de um cruz  credo adulto!

– Grrrrrw.   Só para constar, isso foi uma falha não rolada no seduction…

– Quem é esse?
– Não sabe?  Não é meu filho.
– Mas quem é esse?
– Não sabe? Nâo é… péra… não é mesmo minha filha.

– Como eu disse, quando ele não tá matando coleguinha…

– XP de cú é rola!

– Fireball, fireball, fireball…
– Aí… isso foi tão wicca da sua parte…

– Provável, o único com throwing aqui é o mudman…

– Alias,Profile Mudman… Profile Mudman!! Profile Mudman… Profile Mudman!!

– Mas eu sou quase índio. Tenho até um cordão irado…

 

– Eu  acho que entendi. De novo.
– Turismo do doidão???  Caralho… vocês são doentes… e vamos todos morrer por conta disso!

– Acho que eu já disse, mas na dúvida, quando ele não está matando coleguinha…

– Como era mesmo?  Profile Mudman… Profile Mudman!! Profile Mudman… Profile Mudman!!

– Eu consigo me articular. É que eu sou desinibido.

– Cachorro crocodilo não é um bom mantra…

– Qual o problema? Ele é só um cachorro com crocodilo que rolou no vidro…

– Now we’re talking!!!

– Altamente qualificada do caralho…

– A menina bonitinha vai sair em direção ao norte sozinha levando o monstro?  Nem se fosse o Marcelinho eu deixava!

– Famosas últimas palavras ditas:
* É só uma sujeirinha na parede
* É só um monstrinho de lama
E ouvidas:
* A gente cuida dela lá em casa…

– Tá lá a moribunda abraçada com o cachorro… e o professor!

– Um eu discordo. Dois tá errado.

– Mas pagando bem, que mal que tem?

– Como fazer amigos e influenciar pessoas… negativamente.

– Vocês chegaram no laboratório, o que vocês fazem primeiro?
– Bebo uma cerveja…

– Um velho desses hoje não passa nem na porta de tanto processo…

– Opss. Acabou de quebrar outra costela.

–  Leite de papoula?  Pra que? A gente ainda tem um pouco da sopa!

– Vai fazer a sopa?
– Não… ele vai é fumar um opiozinho…
– Viu?  Vai dar larica e você vai reclamar que o personagem não fez a sopa!

– Mas e aí? Vão dar pra Rebecca sopa da cabeça ou das patinhas??

– O Peru fez bem pra ele.
– Não. Ele foi pro Chile.
– Então, como eu dizia, o Peru fez bem pra ele…