Pelo fim da espera

Ainda sobre o tema da espera, uma pequena observação não solicitada mas procedente, de quem tem tempo de estrada:

toda vez que me pego esperando por algo, seja a hora de um evento, uma data especifica, a reação de alguem, um pequeno ou incomensurável milagre, não importa, se envolver esperar, eu me pego angustiada, ansiosa, boderline deprimida, a um passo de sentir uma profunda, sincera e até mesmo procedente pena de mim mesma.
Em contrapartida, toda vez que vivo o momento, qualquer momento, dos grandiosos aos banais, costuma ser frequente me ver invadida por ondas de alegria plena, pueril e genuína, repleta em si mesma e igualmente avassaladora independente do objeto, ser ou momento que a gerou.
Por um lado, o desafio se debruça em conciliar essa alegria que independe do objeto com a presença de objetivos, de forma a estar sempre em movimento gerando incessantemente oportunidades de momentos plenos de alegria igualmente plena. Jacaré parado pode sim viver a plena alegria de “lagartear” ao sol, mas vira bolsa de madame e bolsas não sentem alegria nem “lagarteiam” ao sol.
Mas desafiador mesmo é não esperar… Entregar-se ao hoje fazendo o seu melhor como garantia do amanhã e a despeito do que quer que tenha sido o ontem! Sem fórmulas, sem garantias, mas certa que não há momento mais glorioso que o agora que me despertou um sorriso. Simples assim e dificil assim!
Viver é facil. Viver feliz é que é o desafio.

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