Pensamentos Aleatórios · Reminiscências

When the Fog rolls Out

Eu sei (ou acho) que eu devia estar ouvindo Daughtry… Estou ouvindo Train no lugar. Não me entenda mal, nenhuma recaída, nenhum arrependimento pontual, nenhum tango argentino de nenhum tipo (que alias, não tango, mas drama mexicano, tão trash que fica bom, é a vibe desse CD do train. Divertido no geral! 50 ways to say goodbye é o suprasumo do passivo agressivo, só pra constar, e me faz chorar de rir! Mas eu estou – culpada! –  no When the fogs rolls in no repeat, ). É só que há um certo luto a se completar. Continue lendo “When the Fog rolls Out”

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Pensamentos Aleatórios

Porque é pra isso que estamos aqui

Fui trabalhar com a cabeça cheia e voltei com… bem, a cabeça cheia.  Ao som de coisas ecléticas como uma orquestra e coral tocando Shake it out, Pat Monahan cantando Sing Together e Young Galaxy e seu Blown Minded, documentos orbitavam com contas, anjos que cabem na minha mão, demandas e ausência delas, dedos quebrados, perdas  e ganhos, vitórias e derrotas, esse excesso de pensamento,  essa vontade de me fazer útil, esse desejo de simplesmente estar… Continue lendo “Porque é pra isso que estamos aqui”

Pensamentos Aleatórios · Uncategorized

Is hard to dance with a devil on your back

Acolher e Empoderar são hoje os verbos mais importantes do meu vocabulário. E mais frequentes. Eu vivo disso. Presta atenção, é literal, eu REALMENTE vivo disso. Vivo disso porque são os verbos que pagam as minhas (por favor, grifo no minhas) contas e são os verbos que me devolveram a vida. Eu vivo disso. Sonho com isso. Acordo envolta nisso. Percorro meu caminho tendo isso em conta e é nisso que versa minhas horas de trabalho.  Acolho e sou acolhida. Empodero e sou empoderada. Continue lendo “Is hard to dance with a devil on your back”

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Será que vai chover? (ou “mudando de assunto”)

Dizem que trair e coçar é só começar… eu não saberia, não sou dada ao primeiro. Relações de confiança pra mim são totalmente sagradas…  Mas fato, coçar tem esse tom compulsivo, como na minha realidade é comer chocolate, falar ou escrever. O chocolate, minha única concessão fora café ao ligeiramente amargo, tem haver com químicas cerebrais. Falar e escrever com o que compreendo como parte dessa minha natureza verborrágica.

O que é curioso. Mesmo. Porque eu sei que falo demais. Em conteúdo e quantidade. Ainda assim, há (ou havia) algo de críptico no meu discurso. Uma palavra endereçada a poucos mas que pudesse ser lida por muitos. Algo que pudesse ser lido em diferentes contextos, mas  – e essa é a parte curiosa – cujo cerne, a verdadeira palavra, estivesse lá, pérola na ostra, eventualmente câncer na alma.  Eu sempre fui um ser de segredos. Segredos do outro, a eterna confidente, o ombro, a amiga que tudo ouve e nada julga (exceto quando o papel de amiga é o de julgar, dar bronca, sacudir, falar aí-aí-ai e empurrar pra vida!). Segredos meus. O que acontece em Vegas, pois é… Continue lendo “Será que vai chover? (ou “mudando de assunto”)”

Crônicas do Cotidiano

Impressões sobre a densidade do hospital e a inauguração de uma cama, ou seria o contrário?

A semana que se encerrou ou se encerra (sempre tive essa dificuldade de entender se domingo é o fim ou o começo, ou se ambos, em disfarce…) girou em torno de inaugurar um hospital literalmente imenso com 3 andares e a missão de empoderamento do feminino e uma cama. Na matéria vida, tão fina, tecida do meramente simbólico, ambas tiveram o mesmo peso nesse processo que eu vivo, nessa teia que me enredo, nessa história que eu conto. Continue lendo “Impressões sobre a densidade do hospital e a inauguração de uma cama, ou seria o contrário?”

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Eu aqui?

Esse momento não é a promessa de voltar a escrever nem aqui nem no indo devagar… a vida é um mar de demandas e esse blog seria mais uma… eu não estou tendo tempo!!!! 😛   Mas vou tentar lembrar que posts imensos no Facebook ficam melhor alocados aqui, então talvez vez por outra, eu ocupe esse espaço.