Dormir e Rir: os melhores remédios

Não posso reclamar do dia. Tá certo que ele não acabou, e que segundo Murph, tem muita coisa que ainda pode dar errado (tipo Letícia com kilos de dever pra amanhã e está só no começo), mas ri horrores hoje, e rir é tudo de bom.  E só deu pra rir como eu ri porque eu dormir. Viu? Tudo está conectado. Tudo é uma coisa só!

Já acordei gargalhando a toa, rindo da desgraça alheia (eu ria da desgraça da Ângela e ela ria da minha!). Depois as crianças chegaram. A Lê reclamando pra variar, com uma conversa longa sobre o que o irmão tinha feito e deixado de fazer. Se isso fosse ontem eu tinha surtado, mas fingi que não ouvi, fui lá falar outra coisa pra ela e ela rapidinho esqueceu porque estava tão reclamona.

Almoçamos, nos arrumamos, adiantaram dever e fomos pra TC. Corre daqui, corre dalí, e continua correndo porque ninguém nunca fica pronto na hora. E eu só rindo! Matheus na verdade foi pra aula particular, e o resto pra TC. A Lê ficou na escola pro inglês e o Márcio foi deixar o pc da afilhada deles no conserto. E eu e a Ângela fomos bater perna, comprar coisas que precisávamos e procurar uma loja de artigos médicos pra coisas que precisavamos pra minha mãe. Quem disse que a gente achava? Duas loucas batendo perna, perdidas, gargalhando.  Antes, quando o Márcio estava junto, eu gargalhei mais ainda: aqueles dois brigando por conta de dinheiro é impagável. 20 reais deu pano pra manga!

Aí, não contente de acharmos uma loja de matérial médico, achamos duas! E quando a menina na primeira disse o preço do que a gente ia comprar, eu desandei a rir na cara dela. Como assim, filhinha? É de ouro???  A Ângela foi me arrastando pra fora da loja, morrendo de vergonha de mim! Ai fomos pra outra loja, e tudo era mais barato. Primeira coisa que eu pensei foi : Viu Ângela, se eu não tivesse rido era capaz da gente ter comprado lá mesmo!

Quando achamos o que a mãe precisava, chamamos o Márcio, que estava com o cartão de crédito. Ai sentamos no meio fio e toca a gargalhar enquanto esperávamos.

Achamos tudo, compramos tudo (porque obviamente sempre tinha mais alguma coisa pra Ângela comprar com os tais 20 reais que deram pano pra manga!), o Márcio nervoso com a hora e eu só gargalhando. Comprei meu hiper-mega-ultra milk shake e fomos andando pro carro, o copo gelado na minha mão, escorregando, eu cheia de sacolas… o que eu fiz? Comecei a rir. Gente, como eu ria. Era meio patético as coisas ameaçando cair no chão, os dois andando na frente que nem formiguinha apressada, e eu atrás tentando acompanhar. Vamos ser francos, se eu visse essa cena sem eu estar no meio dela, eu ia rir. Porque não rir então comigo nela?

Ai pegamos a Lê e voltamos pra Cambuquira. Algumas horas esperando o Douglas liberar o Matheus da aula e voltamos pra casa. Obvio que agora a Letícia já está reclamando da vida e tentando me tirar do sério, e eu estou ignorando e prendendo o riso. Se eu rir ela vai achar que é provocação e aí é que não termina o dever mesmo.

Só lamentei que a Ana Cláudia estivesse ocupada hoje e não tenha podido bater pena comigo e pra Ângela. Teriam sido 3 loucas andando e gargalhando. E tudo isso com um bebê no colo (Saudades da Ana Clara!).

Insones do meu Brasil, unam-se e durmam! Dormir é um barato, e faz o dia seguinte, por mais caótico que seja, outro barato!

Mas deixa eu ir que tem matemática, português e redação pra amanhã. Eu não estou na escola, mas olha que graça, é quase como se eu estivesse! 😛

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s