Cotidiano
Sobre essa história de sorrir para a vida x2, a missão.
Bom dia, boa tarde, boa noite. A vida segue, urge, surge, e se você não sai da frente, atropela, mesmo. As pessoas, definitivamente, atropelam mais. Gente é esse bicho que… é, eu amo meus cachorros e vocês já sabem disso. Não se ponha no caminho da urgência ou da loucura de ninguém. Já vi estouro [...]
Sobre essa história de sorrir para a vida
Ontem esbarrei num texto, um conhecido de longa data postou o link, comentou, era daqueles textos que ele precisava ter lido. E eu também. Eu tinha feito a exata mesma coisa da autora do texto (com o atenuante ou agravante de tomado uma decisão e na verdade estar na cola da adrenalina e da ansiedade [...]
A Adriana, os cigarros e os Arcos da Lapa….
68 horas. 30 minutos, sabe deus quantos segundos…. Esse é o tempo sem introduzir nicotina na corrente sanguínea. Um nada ainda. Uma eternidade. O melhor conselho que recebi, repasso . Água. Muita água. Quanto mais se dilui a nicotina existente, mas fácil ela sai. Fisicamente, eu tô ótima. Quer dizer, eu to uma pilha de [...]
Eu tô voltando pra casa
Fins de ciclo são sempre complicados. Mesmo quando são planejados, datados, previstos, há sempre uma certa melancolia envolvida. É sempre um exercício de desprendimento, de desapego… E naquele instante de passagem entre o que era e o que será é sempre esse misto de tristeza e excitação, alívio e medo, saudade e expectativa. E não [...]
O rio que flui
Há coisa que vivemos que são apreciadas ou não, temidas ou não, dolorosas ou não, mas que parecem fazer parte da normalidade do mundo, regidas por pura randomicidade. Mas há coisas que são da ordem da necessidade, não daquilo que precisamos fazer, mas que precisamos ver, sentir e viver, e que de todos os momentos [...]
Das revelações
O olho é cego ou a língua é torpe a palavra é doce , a intenção é vil a alma é fria, o coração vazio e tudo que espera, o amor servil
Seu nome é Expectativa
Vazia. Cheia. Tudo flui e nada passa. Memórias e possibilidades. Jogos, mentira, trapaça. Presa em dia de caça.
Minha Palavra
A palavra. Escrita. Lapidada até quase a transparência Enredada em sentimento profundo. Alma exposta e escondida Nas profundezas do mundo.
Das almas secas
Eu realmente precisava escrever uma coisa. Qualquer coisa. A coisa. Mas subitamente, todos os rios se desviaram E seca, por dentro, não há palavras. Só há poeira.

