Archive | 25/02/2012
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A palavra.
Palavra. Inútil. Vazia. Despida pelo uso. Vício de verborragia. Quando eu era menina moça, vestida de possibilidades e flores no cabelo em distonia que não era distonia (e um hábito, já vivo naqueles idos, talvez de vidas passadas de inventar sentidos novos para palavras velhas…), escrevi sobre a palavra que uma vez dita, dissesse.
Insonia
Insonia. Insone. O corpo pede, a mente protesta. A mente implora. O corpo nega. Da incapacidade de mente e corpo desejarem juntos o abandono, a rendição, o repouso. Mal dos notívagos, dos tristes, dos aflitos. A hora passa. Todos os sons se aguçam e preenchem o silêncio. Alguém se vira na cama. O cachorro suspira. [...]

